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Mostrando postagens de junho 14, 2020

Eu não sumi

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Photo by Steinar Engeland on Unsplash eu não mudei meu endereço, continuo morando no mesmo lugar e minha mãe ainda acorda às 5hrs para passear com o cachorro. nunca deixei de frequentar aqueles bares que amo na augusta tenho as mesmas amigas e ainda trabalho com o que amo eu não estou sumido, sempre estive por aí não digo que perdido, mas procurando um sentido eu não te esqueci, foi o seu interesse que se confundiu entrou em uma casa que não era a minha e lá ficou, por pensar que os afagos eram melhores que os meus poderiam ser não venha aqui encenar como se eu fosse o culpado, pois a culpa não é sua, muito menos minha o seu corpo pode grudar com outros que ache mais propícios, mas não venha falar que eu sumi , pois eu sempre estive aqui. o meu número faz parte da sua agenda, o meu nome sempre se faz presente na sua boca. entenda que eu não sumi você está voltando por entender que não importa o quando andar, a minha falta sempre irá te preocupar e nunca conseguirá beijar uma boca, se...

Casinha de papelão - Um poema de segundas chances

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Photo by John Moeses Bauan on Unsplash é a segunda vez neste ano que você vem me para e vai é a segunda vez que você aparece faz promessas e sem cumprir nenhuma vai é a segunda vez que surge jura amor e um teto que comporte os nossos sentimentos mas sinto demais e na primeira enchente dos meus olhos as paredes da casinha de papelão que montou foram por aguá abaixo com os destroços você se vai novamente para depois voltar e mais uma vez me desmontar.